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O futuro das cidades

Cidades pensadas para as pessoas

As Pessoas Primeiro

Smart Cities já não são apenas sobre tecnologia e inovação. Hoje, olhamos para as cidades do futuro como cidades pensadas para as pessoas. Temos vindo a testemunhar um novo paradigma de gestão de cidades, com os municípios atribuindo crescente atenção às necessidades reais dos cidadãos e à melhoria constante da sua qualidade de vida. Com a digitalização do século 21, presenciamos também grandes mudanças na mentalidade dos próprios cidadãos, mais preocupados e atentos à vida urbana do futuro.

"Com base nesta abordagem, as cidades procuram diferentes formas de estar sempre um passo à frente, e as empresas trabalham para assistir as cidades nas suas estratégias."

’’Hoje, olhamos para as cidades do futuro como cidades pensadas para as pessoas.’’

Ponto de Vista de Parceiros

Com os olhos postos no futuro, durante a nossa viagem a Barcelona,empenhamos-nos em conversar com os líderes da área, com o pensamento focado nas pessoas e uma forma diferente de fazer as coisas. Falamos com Monique Calisti. A CEO da Martel Innovate, uma empresa Suíça com mais de 20 anos de experiência em projetos Europeus, Monique demonstra com excelência o que é estar sempre um passo à frente.

Tudo começa com o novo termo: Internet do Futuro. Uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia em 2016, com o principal propósito de conscientizar as pessoas do valor da Internet enquanto serviço.

Nos dias de hoje, a Internet é fundamental em qualquer atividade, e esta tendência continuará a crescer nos anos por vir, com a Internet a tornar-se cada vez mais indispensável. No entanto, ainda há especulação acerca da segurança e fiabilidade da internet. Ainda existe a necessidade de encorajar um maior envolvimento das pessoas, e a criação de uma nova internet focada nos humanos.

Muito familiarizada com o termo Internet do Futuro, a Monique em conjunto com a Martel, acredita que, não só na internet mas também nas cidades, é essencial assegurar a segurança dos serviços utilizados pelos cidadãos são seguros para o futuro urbano. Ainda que estejamos conscientes das rupturas nas cidades trazidas pela digitalização do século 21, esta digitalização não é toda riscos e também está associada a benefícios que devem ser estudados para se perceber como podem influenciar positivamente a vida das pessoas. É com base nesta visão, que a Martel opera com tanta distinção na criação de projetos que refletem pura inovação e melhoram significativamente a qualidade de vida dos cidadãos.

"Desta forma, acolhem parceiros como a Ubiwhere, para demonstrar como pequenos agentes têm um enorme potencial na digitalização da sociedade e como, num ambiente profissional são capazes de criar uma relação tão sólida. Para a Monique, Ubiwhere e a Martel mantêm uma relação amorosa."

De forma semelhante pensa Sandra Baer, presidente da Personal Cities, uma empresa de smart cities sediada em Nova Iorque, que se foca em assistir todo o ecossistema de uma cidade, ajudando cada uma a perceber como pode melhorar a vida dos seus cidadãos. Para Sandra, o problema não está na tecnologia, estas está “ nos bastidores” e “ à frente das pessoas”. Para Sandra, tecnologias como as desenvolvidas pela Ubiwhere têm imenso potencial em ambas as direções, porque permitem aos muncípios e cidadãos interagirem.

Em Portugal, a história continua. Miguel Castro Neto, vice-diretor da Universidade Nova IMS, afirmou à Ubiwhere que a forma como as cidades são geridas está dependente das mudanças associadas à integração da tecnologia. A implementação de plataformas urbanas, como a da Ubiwhere, oferece às cidades a capacidade de integrar dados que ajudam na previsão de necessidades e acontecimentos futuros, e suporta decisões bem fundamentadas e atempadas.

Esta integração, tão real e tangível, representa um grande passo rumo à sustentabilidade das cidades. Miguel Castro Neto acredita fortemente que o futuro, mais uma vez, pertence às pessoas e não à tecnologia. E é por isso, que Portugal opera de forma consistente nas suas cidades. Almeida Henriques, presidente da Associação Nacional da Seção de Cidades Inteligentes dos Municípios Portugueses revelou-nos que já 136 cidades integram a investigação por um futuro progressivamente inovador e inteligente.

E a sua cidade, já está um passoa à frente na tecnologia?

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