Smart Cities já não são apenas sobre tecnologia e inovação. Hoje, olhamos para as cidades do futuro como cidades pensadas para as pessoas. Temos vindo a testemunhar um novo paradigma de gestão de cidades, com os municípios atribuindo crescente atenção às necessidades reais dos cidadãos e à melhoria constante da sua qualidade de vida. Com a digitalização do século 21, presenciamos também grandes mudanças na mentalidade dos próprios cidadãos, mais preocupados e atentos à vida urbana do futuro.
"Com base nesta abordagem, as cidades procuram diferentes formas de estar sempre um passo à frente, e as empresas trabalham para assistir as cidades nas suas estratégias."
Tudo começa com o novo termo: Internet do Futuro. Uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia em 2016, com o principal propósito de conscientizar as pessoas do valor da Internet enquanto serviço.
Nos dias de hoje, a Internet é fundamental em qualquer atividade, e esta tendência continuará a crescer nos anos por vir, com a Internet a tornar-se cada vez mais indispensável. No entanto, ainda há especulação acerca da segurança e fiabilidade da internet. Ainda existe a necessidade de encorajar um maior envolvimento das pessoas, e a criação de uma nova internet focada nos humanos.
Muito familiarizada com o termo Internet do Futuro, a Monique em conjunto com a Martel, acredita que, não só na internet mas também nas cidades, é essencial assegurar a segurança dos serviços utilizados pelos cidadãos são seguros para o futuro urbano. Ainda que estejamos conscientes das rupturas nas cidades trazidas pela digitalização do século 21, esta digitalização não é toda riscos e também está associada a benefícios que devem ser estudados para se perceber como podem influenciar positivamente a vida das pessoas. É com base nesta visão, que a Martel opera com tanta distinção na criação de projetos que refletem pura inovação e melhoram significativamente a qualidade de vida dos cidadãos.
"Desta forma, acolhem parceiros como a Ubiwhere, para demonstrar como pequenos agentes têm um enorme potencial na digitalização da sociedade e como, num ambiente profissional são capazes de criar uma relação tão sólida. Para a Monique, Ubiwhere e a Martel mantêm uma relação amorosa."
De forma semelhante pensa Sandra Baer, presidente da Personal Cities, uma empresa de smart cities sediada em Nova Iorque, que se foca em assistir todo o ecossistema de uma cidade, ajudando cada uma a perceber como pode melhorar a vida dos seus cidadãos. Para Sandra, o problema não está na tecnologia, estas está “ nos bastidores” e “ à frente das pessoas”. Para Sandra, tecnologias como as desenvolvidas pela Ubiwhere têm imenso potencial em ambas as direções, porque permitem aos muncípios e cidadãos interagirem.
Em Portugal, a história continua. Miguel Castro Neto, vice-diretor da Universidade Nova IMS, afirmou à Ubiwhere que a forma como as cidades são geridas está dependente das mudanças associadas à integração da tecnologia. A implementação de plataformas urbanas, como a da Ubiwhere, oferece às cidades a capacidade de integrar dados que ajudam na previsão de necessidades e acontecimentos futuros, e suporta decisões bem fundamentadas e atempadas.
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